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24 de setembro Nossa
Senhora das Mercês Esta devoção remonta ao século XIII e liga-se aos religiosos Mercedários de S. Pedro Nolasco e aos colonizadores espanhóis que fundaram no Peru, em 1534, a cidade de S. Francisco de Quito. Com eles vieram a "Peregrina do Quinto", uma imagem de madeira representando a Virgem sentada no seu trono, tendo nas mão esquerda o menino Jesus e na direito o cetro. Os Mercedários construíram capelas e difundiram seu culto por toda a colônia. De Quito, o culto a N. Senhora das mercês espalhou-se por todo o continente americano. É invocada com a seguinte oração: Virgem Maria, Mãe das Mercês, com humildade acorremos a vós, os membros desta família, certos de que não nos abandonais por causa de nossas limitações e faltas. Animados pelo vosso amor de mãe, oferecemo-vos nosso corpo para que o purifiqueis, nossa alma para que a santifiqueis, o que somos e o que temos, consagrando tudo a vós. Amparai, protegei, bendizei e guardai sob vossa maternal bondade as todos e a cada um dos membros desta família que se consagra totalmente a vós. Ó Maria, Mãe e Senhora nossa das Mercês, apresentai-nos ao vosso Filho Jesus, para que, por vosso intermédio, alcancemos, na terra, a sua graça e depois a vida eterna. Amém. Nossa Senhora Aparecida de Cabo Frio No dia 24 de setembro 1721, o pescador Domingos André Ribeiro achou em uma grota uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. A imagem estava intacta, sem avaria alguma, apesar do impacto das ondas do mar contra os rochedos do Focinho do Cabo. Em agradecimento aos milagres operados pela Virgem Aparecida, foi-lhe dedicada uma capela dentro da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção. Oração Deus, nosso Pai, a história humana caminha, as gerações passam, mas persiste a exploração do homem pelo homem. avançam as tecnologias, a natureza é desvendada, sofisticado o poder econômico, inumeráveis também as pessoas que padecem fome, miséria crônica e ficam á margem do progresso humano. Prezamos a liberdade, mas inúmeras são as formas de escravidão social e psíquica prezamos a união, as relações cordiais, a solidariedade, mas ficamos divididos, pelos preconceitos de raça, de posição social, de credos políticos e religiosos. Por isso, Senhor, Deus nosso pai, vos pedimos: anulai todas as divisões e irmanai-nos em uma só família. Dai-nos o bom senso para perceber que podemos nos ferir com as pedras da injustiça, da mentira, do desrespeito que nós próprios atiramos ao ar; que a vida faz retorno e nos faz regressar pisando os espinhos do ódio, da vingança e do desamor que nós mesmos semeamos quando passamos (cf. Eclo 27,28ss). |