|
19 de setembro Em 1846, quando apareceu aos pastorinhos Melanie Calvar e a Maximino Giraud em La Salette, nos Alpes franceses, a Virgem chorava escondendo o rosto entre as mãos. A causa de seu sofrimento era o afastamento das pessoas de Jesus, a falta de fé e o aumento da iniquidade. E ela pedia conversão. É invocada com a seguinte oração: Lembrai-nos, ó Virgem de Salete, das lágrimas que derramastes no Calvário. Lembrai-vos também dos angustiosos cuidados que tendes por mim para livrar-me da justiça de Deus. depois de terdes demonstrado tanto amor por mim, não podeis abandonar-me. Animado por este pensamento consolador, venho lançar-me a vossos pés, apesar de minhas infidelidades e ingratidões. Não rejeiteis a minha oração, ó Virgem reconciliadora, mas atendei-me e alcançai-me a graça de que tanto necessito... Ajudai-me a amar Jesus sobre todas as coisas. Eu quero enxugar vossas lágrimas por maio de uma vida santa de dedicação àqueles que mais sofrem neste mundo. Amém. S.
Emília Rodat Natural de Rodez, França, Emília de Rodat é a fundadora das Irmãs da Sagrada Família de Villefranche-de-Rouergue, inspirada no modelo de vida da Sagrada Família de Nazaré. Em 1804, decidiu dedicar sua vida a Deus e aos pobres. Para realizar esse ideal, fundou, em 1815, uma obra para cuidar dos indigentes e levar a educação cristã à juventude. Regida segundo a Regra de S. Agostinho, as irmãs da Sagrada Família amam o silêncio, o espírito de sacrifício e dedicam-se inteiramente ao serviço dos pobres. Foi canonizada em 1950. Testemunhas
de nossos tempos Oração Deus,
nosso Pai, somente vós tendes o poder de restabelecer a verdadeira
paz. mostrai, pois, que vossa paz consiste no amor terno e misericordioso,
que tudo suporta, tudo crê, não busca o próprio
interesse, não guarda rancor nem espalha desavenças,
alegra-se com a verdade, e indigna-se com a injustiça. Mostrai
também que é na simplicidade, na retidão do pensar
e do agir, no acolhimento e na contínua superação
de si que reside a paz de nossa consciência. Fazei-nos entender
que a falta de amor é a mãe de todos os males e desavenças.
Da falta de amor e compreensão brotam as revoltas, os vícios,
as agressões físicas e morais, as depressões...
Dai-nos, pois, a certeza de que mesmo mal-amados e não correspondidos
em nosso amor humano, somos por vós divinamente amados desde
a eternidade: "Em nosso abatimento ele se lembrou de nós..."
(cf. Salmo 135,23). |