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15 de setembro Esta devoção remonta ao século XIII e alude ao sofrimento de Maria, simbolizado nos sete punhais cravados em seu peito: 1º Profecia de Simeão (cf. Lc 2,34ss); 2º: Fuga para o Egito (cf. Mt 2,13...); 3º: Perda do Menino Jesus no templo (cf. Lc 2,41ss); 4º: Caminho da cruz (cf. Lc 23,26ss); 5º: Crucificação de Jesus (cf. Lc 23,33ss); 6º: Descida do corpo da cruz (cf. Jo 19,17ss); 7º: Sepultamento (cf. Lc 23,50ss). É invocada com a seguinte oração: Minha Mãe dolorosíssima, não vos quero deixar sozinha a chorar, mas quero vos acompanhar também com as minhas lágrimas. Esta graça vos peço hoje: alcançai-me uma compreensão sempre maior da paixão de Jesus e vossa, para eu em todos os dias de minha vida eu posas ser solidário com as pessoas que sofrem, vendo nelas vossas dores e as do meu Redentor. Elas me alcançarão o perdão, a perseverança, o céu, onde espero cantar a misericórdia infinita do Pai por toda a eternidade. Amém. S.
João, o Anão Anacoreta ou eremita, viveu no final do IV século, em Cete Egito. Foi um importante Padre do Deserto do Egito. Mediante uma vida de absoluta obediência, penitência e oração, obteve o Dom da brandura, da paz interior, da humildade e da paciência. Nada conseguia perturbá-lo. Sempre repetia: "... é impossível ganhar o coração de alguém, sem antes procurarmos ser-lhe útil". Ensinou aos discípulos: "Nada ensinei aos outros que não tivesse praticado antes" (Rohrbacher, op. cit. vol. XVI, p. 202). Testemunhas de nossos tempos Pedro Pio Cortés - Índio achi, ministro da Palavra em Rabinal, Baja Verapaz, assassinado em 1981, Guatemala. Antonio Llidó - Sacerdote desaparecido, em 1974, no Chile. Oração Deus, nosso Pai, aos pés da cruz nos destes Maria por nossa Mãe. Por ela, Jesus assumiu sobre si nossas enfermidades e humanas contradições. Médico divino, dele é o poder que nos cura da tristeza. Dele é a energia salutar que nos regenera o espírito fragilizado. Ele ofereceu sua vida para eu tivéssemos nas mãos o destino de nossas vidas e não vivêssemos ao sabor da tristeza, do fracasso, do erro, do pessimismo. Libertai-nos, ó Deus, de toda amarra visível e invisível, de todo malefício latente ou explícito, de toda cegueira e surdez moral e espiritual, de todo o egoísmo e orgulho manifestos e encobertos. Libertai-nos de todo sentimento e culpa eu nos perturba. Libertai-nos do rancor que nos cega, da inveja que nos devora. Livrai-nos do ressentimento e mágoa, do sentimento de vingança, de tudo aquilo que nos tira a paz e multiplica nossos males. Livrai-nos do vão padecimento, do despeito e raiva oculta ou manifestas. |