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13 de setembro Natural de Antioquia, S. João Crisóstomo foi bispo de Constantinopla em 397, destacando-se como insigne pregador, escritor e reformador dos costumes do clero e do povo. Suas veementes denúncias contra o mau uso das riquezas e as injustiças praticadas pelos ricos contra os pobres custaram-lhe não poucas perseguições e o exílio em Cucusus (Armênia) e depois em Comana (Ponto, Ásia Menor), onde morreu vítima dos maus tratos. Dizia: Sobrevêm muitas ondas e fortes tempestades, mas não tememos afogar, pois estamos firmados sobre a pedra. Enfureça-se o mar, não tem forças para destruir a pedra. Ergam-se as vagas, não podem submergir o navio de Cristo. Pergunto eu: que temeremos? A morte? Para mim, viver é Cristo, e morrer é lucro (Fl 1,21) - (cf. Liturgia das horas, p. 1257, v. IV). Santo
Amado Amado foi um famoso monge do mosteiro de Agaune França que vivia na mais completa solidão numa caverna. Impressionado com a sua força espiritual, o abade S. Eustásio levou-o para o mosteiro de Luxeuil. Mais tarde foi enviado como missionário a Austrália ou Reino do Leste. Antes de morrer, mandou colocar em seu leito um saco com cinzas. Deitado sobre cinzas em sinal de penitência, confessou publicamente seus pecados. Mandou também colocar no seu túmulo a seguinte inscrição: Homem de Deus que entrais neste santo lugar para rezar, implorai o misericórdia divina para a alma de Amado, penitente que aqui está sepultado, a fim de que, se a tibieza da minha penitência tiver deixado algumas dívidas dos meus pecados, vossa caridade e vossas orações me obtenham a inteira remissão" (apud Rohrbacher, op. cit. vol. XVI, p. 169). Morreu por volta de 627. Seu sucessor foi S. Romarico. Oração "Senhor,
bendito seja para sempre o vosso santo nome, porque quisestes que
sobre mim viesse esta prova e tribulação. Não
posso evitá-la; mas é necessário que a vós
recorra, para que me ajudeis e convertais tudo em meu proveito. Senhor,
estou agora atribulado e não está bem o meu coração.
Muito me atormenta o presente sofrimento. E agora, pai, amantíssimo,
que direi? Estou mergulhado em angústias; livrai-me desta hora.
E cheguei a este extremo, para que sejais glorificado, quando eu,
depois de muito abatido, for por vós libertado. Dignai-vos,
Senhor, salvar-me; porque, pobre de mim, que farei e aonde irei sem
vós? Dai-me, Deus meu, e nada temerei, por mais que esteja
atribulado" (Imitação de Cristo, livro III, cap.
XXIX, 1). |