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8 de setembro Já celebrada no Oriente, a festa da natividade foi instituída na França pelo bispo de Angers. Conta a tradição que os anjos de Deus, entre os dias 7 e 8 de setembro, manifestavam-se ao santo bispo cantando em coro em louvor ao nascimento da Virgem Maria. Da França, a festa passou a ser celebrada em Roma (séc. VII), e dali se espalhou pelo mundo católico. São
Corbiniano Natural de Chartes, França, ainda jovem S. Corbiniano reuniu alguns companheiros e fundou um apequena comunidade de religiosa, onde levavam vida simples, cultivando a penitência, a oração e a prática da caridade. Em 716, partiu como peregrino para Roma, a fim de pedir conselhos ao romano pontífice. Sensibilizado pela sua profunda espiritualidade, Gregório II ordenou-o sacerdote, elevou-o à dignidade do episcopado, confiando-lhe a evangelização da Germânia e Baviera. Foi o fundador do bispado de Freising e do mosteiro de Weihnstephan, tendo em um ladrão regenerado, a quem salvara da força, seu principal colaborador na pregação do evangelho. Adverso a honrarias, por várias vezes implorou ao Papa que o desobrigasse do encargo episcopal e lhe permitisse regressar à antiga vida de solidão. Cerdo dia, tomado por ira divina, derrubou com um ponta pé a mesa posta par a refeição, mal havia abençoado os alimentos. Isto porque um príncipe de nome Grimoldo se divertia atirando bocadas de alimentos ao cão favorito. Por sua coerência de vida e fidelidade à palavra de Deus, sofreu perseguições e risco de vida. pressentindo a morte aproximar-se, celebrou a eucaristia. Retornou a casa, bebeu um pouco de vinha. Em seguida, fez o sinal-da-cruz e entregou sua alma a Deus. Era 8 de setembro de 730. Oração Deus,
nosso Pai, dai-nos a simplicidade de vida. dai-nos um espírito
de oração que nos liberte e nos fortaleça nos
momentos de vacilação. Dai-nos praticar constantemente
o amor, a solidariedade e a caridade. Nossa maior glória seja
ajudar a quem precisa, partilhando com o ouro os dons de vós
recebidos. Cada dia saibamos nos despojar do orgulho, das vaidades,
da auto-suficiência. Transpareça em nossa vida apenas
a verdade sobre nós mesmos. Profunda seja a nossa confiança
em vós, que não temamos nosso encontro definitivo com
vós e com nós mesmos. E possamos ser contados entre
vossos filhos bem- amados: "Vinde, benditos de meu pai, recebei
por herança o Reino preparado para vós desde a fundação
do mundo. Pois tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes
de beber. Era forasteiro e me recolhestes. Estive nu e me vestistes,
doente e me visitastes, preso e viestes ver-me..." 8Mt 25,34-36ss). |