7 de setembro

São Clodoaldo ou Cloud
+560 - príncipe, eremita e sacerdote -
"Clodoaldo" significa "aquele que governa com fama"

Clodoaldo era filhos de Clodomiro, rei de Orléns, morto em batalha em 524. Foi o primeiro santo de sangue real que a Igreja universal honrou com culto público. Ele e mais dois irmãos foram entregues aos cuidados da avó, S. Clotilde, viúva do rei Clóvis. Teve dois irmãos, Childeberto, rei de Paris, e Clotário, rei de Soissons, assassinados pelo próprio tio. Somente restou Clodoaldo, que escapou milagrosamente da chacina. Cortou os longos cabelos, símbolo da autoridade e da mundanidade, abandonou tudo e se consagrou inteiramente ao serviço de Deus, mediante uma vida solitária, nos arredores de Paris. Tinha como diretor espiritual S. Severino. Dali foi para a Provença, retornando logo depois a Paris. Em 551, foi ordenado sacerdote pelo bispo Eusébio. Terminou seus dias no ano de 560, numa propriedade doada pelos tios, onde erguera uma igreja. Ali surgiria mais tarde a cidade de S. Cloud, nome este com que os franceses o veneram seja como santo seja como príncipe valoroso.

Oração
Da ressurreição

Deus, nosso Pai, movidos por vosso Espírito de amor, os Apóstolos tiveram a certeza de que Jesus estava vivo e presente nomeio deles. Ternura compassiva, Doador da paz, Restaurador da liberdade, Jesus passou pela angústia da dor e da morte, mas vós, ó Pai, não o abandonastes ao poder do mal. Com ele todas as gerações cantam a libertação e a ressurreição de seus medos e pavores vãos. Vosso discípulos proclamaram o poder da fé que animava seus corações, anunciando por toda parte que Jesus, o filho de José e de Maria, era o Senhor dos vivos e dos mortos e vivia em todo aquele que acreditava no seu nome. Por intercessão de S. Clodoaldo, renovai em nós a fé na ressurreição de Jesus e na ressurreição nossa de cada dia, em que superamos nossos temores e plantamos em nós pequenos gestos de libertação. Pela fé recebida dos Apóstolos e preservada pela Igreja, reconheçamos o Senhor em cada passo de nossa vida, em cada uma das pessoas que, como anjos, cruzam nossos caminhos e nos ensinam no silêncio de suas vidas que sois vós, o Deus, que nelas respirais e manteis a luz de seus dias. Pela fé, a cada dia nos chama à vida: "Vinde comer!..." (João 21,12)