|
3 de setembro Natural de Roma, Gregório magno deixou a próspera carreira política e se fez monge, fundando vários mosteiros. Pelágio II o fez diácono e nomeou-o embaixador pontifício em Constantinopla (585-586). Eleito papa em 590, tornou-se um dos mais notáveis pontífices da história da Igreja. Lúcido e perspicaz nos negócios eclesiásticos e políticos, empreendeu a evangelização da Inglaterra, reformou o rito da missa, promoveu o canto litúrgico (canto gregoriano), socorreu os pobres em suas necessidades. Ele próprio dizia de si: Eu não nego ser culpado, conheço minha inércia e negligência. Talvez haja diante do juiz bondoso um pedido de perdão no reconhecimento da culpa. Na verdade, quando no mosteiro, podia não só reter a língua de palavras ociosas, mas quase conti9nuamente manter o espírito atento à oração. Mas depois que pus aos ombros do coração o cargo pastoral, meu espírito não consegue recolher-se sempre, porque está dividido entre muitas coisas" (cf. Liturgia das horas, p. 1246, v. IV). Escreveu muitas obras de Moral e Teologia Santa
Serápia Natural de Alexandria, S. Serápia era a filha adotiva de S. Sabina e foi condenada à morte divido a sua fé em Jesus. Dizem as Atas que, tomada de santa ousadia e coragem, Sabina dirigiu-se ao tribunal e tomou a defesa de Serápia, resgatando-a das mãos dos acusadores. Dias depois, entretanto, Serápia foi novamente presa e exposta à humilhação pública e, por fim, decapitada. Sabina teve a mesma sorte daquela que lhe foi ao mesmo tempo serva, filha e mãe na fé: a virgem Serápia. Oração Deus,
nosso Pai, Senhor todo-poderoso fizestes todas as coisas que existem.
Por vossos santos apóstolos, ressuscitastes mortos, purificastes
leprosos, expulsastes demônios, restituístes a palavra
a mudos, o ouvido a surdos (Mt 10,5ss). Escutai, nesta hora, nossa
súplica (fazer seu pedido) Tirai-nos do lado, para que não
nos afundemos. Salvai-nos das águas profundas (Sl 68,15ss).
Depositamos em vós toda a nossa confiança. Sede nossa
força e nosso rochedo inabalável. Confiante em vosso
amor de pai, vos invocamos, Senhor, deus dos vivos, dos mortos, defensor
dos pobres, consolador dos aflitos, iluminador das mentes e conhecedor
dos corações. Vós sois a claridade e a alegria,
o guia certo nos momentos incertos, a consolação dos
empobrecidos, o advogado dos injustiçados que só têm
a seu favor a justiça divina. |