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31 de julho Natural de Loyola, Espanha, fundou em 1528 a Sociedade de Jesus, aprovada pela Igreja em 1540. Antes de tornar-se padre , foi pajem na corte de Navarra e participou do cerco da fortaleza de Pamplona, quando caiu gravemente ferido. Esse fato mudou sua vida. Ingressou na Universidade de Paris, onde com alguns companheiros fundou a Ordem dos Jesuítas. Mestre de espiritualidade, ficou famoso pelos Exercícios espirituais, prática religiosa que exerceu grande influência nos meios religiosos. É invocado com a seguinte oração: Ó Deus, por meio de S. Inácio, fizestes surgir na vossa Igreja um caminho de espiritualidade e serviço e, ao longo da história, continuais chamando pessoas que possam contribuir para o anúncio e a construção do Reino. Concedei, por intercessão de S. Inácio de Loyola, que cada um de nós escute e siga sempre o vosso apelo. Permiti que, juntos, possamos comprometer nossa vida, como membros de uma Igreja toda voltada para o anúncio e a construção do vosso Reino entre os seres humanos. Santo
Fábio Fábio foi um soldado que si encontrava a serviço do Império Romano em Cesaréia da Mauritânia. Designado para tomar parte num cortejo romano e carrega as insígnias sagradas, recusou-se, desobedecendo assim a uma ordem militar. Declarando-se cristão, foi lançado num cárcere e morto. Oração Deus, nosso Pai, a vós entregamos o passado: tudo o que foi escrito no livro de nossa vida. a vós, tudo o que fomos e fizemos. A vós, a luz e as sombras dos dias vividos; as alegrias e os sofrimentos; os sucessos e as desilusões. A vós, tudo o que já é cinzas de um fogo extinto. Tudo a vós pertence: o que já foi feito e o que não tem reparo. A vós, Senhor, o presente: este agora único, singular, irrepetível, em que nos sentimos vivos aqui e agora e podemos dizer "sim" ou "não" à vida. A vós nossa luta, nossa vontade de acertar, nossa sede de felicidade. A vós os barcos que ora partem, aferida que ora sangra, o amor que ora nos consome ou o desamor que nos prende. A vós o futuro: o "ainda não" que só a vós pertence. A vós confiemos o novo, o desconhecido, o que nos apavora, pois a vós tudo é sabido e nada é oculto. Estais no começo, no meio e no fim de nossos dias (cf. Sl 139,4ss). A vós entregamos o nosso ainda não que para vós já é presente: "(...) a vossos olhos um dia é como mil anos e mil anos como um dia". Ficai conosco, Senhor! Nem ontem, nem hoje, nem amanhã, nada abale nossa confiança em vós, pois sois o nosso livramento. |